Editado por
Ana Paula Ferreira
O mercado de moda íntima em 2023 apresenta um cenário cheio de nuances, onde tendências de consumo, avanços tecnológicos e mudanças econômicas se entrelaçam para moldar o setor. Entender esses movimentos é fundamental para investidores, traders, analistas e gestores que buscam não apenas acompanhar, mas também antecipar as transformações e oportunidades dessa indústria.
Nos últimos anos, o mercado evoluiu para muito além da simples funcionalidade das peças. A valorização do conforto, da sustentabilidade e da diversidade no design tem impactado diretamente o comportamento do consumidor. Marcas consolidadas, como Hope, Lupo e Duloren, têm adaptado suas estratégias para manter relevância diante dos novos perfis de clientes.

Neste artigo, vamos explorar os principais fatores que influenciam o mercado de moda íntima: desde a análise do comportamento do consumidor, com suas demandas por personalização e inclusão, até o papel da tecnologia na fabricação e comercialização dos produtos. Também será destacada a performance das empresas líderes e os efeitos da conjuntura econômica atual.
Compreender as mudanças e os desafios deste mercado não é apenas uma questão de curiosidade, mas uma necessidade estratégica para quem deseja atuar com eficiência no setor.
Vamos juntos percorrer essa análise detalhada, trazendo dados concretos, exemplos práticos e insights valiosos para quem acompanha e investe no setor da moda íntima.
Entender o panorama atual do mercado de moda íntima é fundamental para quem atua no setor ou deseja investir nele. Em 2023, esse segmento tem mostrado particularidades que refletem tanto o cenário econômico quanto as mudanças no comportamento do consumidor. Saber analisar esses pontos ajuda a identificar oportunidades reais e preparar estratégias que façam a diferença.
O mercado de moda íntima não vive isolado da economia nacional e global. Em tempos de inflação alta e incertezas, como as vividas no início de 2023, os consumidores passaram a priorizar produtos que entreguem custo-benefício sem abrir mão da qualidade e conforto. Por exemplo, marcas como Hope e Valisere ajustaram suas linhas para oferecer coleções acessíveis, mas com tecidos tecnológicos que mantêm a durabilidade.
Além disso, a variação no câmbio impactou diretamente o preço das matérias-primas importadas, obrigando muitas fabricantes a buscarem alternativas locais ou materiais sustentáveis, que podem ser mais caros, porém valorizados pelo público. Isso fez o setor enxergar a necessidade de equilíbrio entre inovação, preço e sustentabilidade para não perder espaço.
"Não adianta ter a melhor lingerie do mundo se o consumidor não se sentir confortável para pagar por ela." Essa frase resume o desafio econômico do setor hoje.
O consumidor de moda íntima em 2023 está mais exigente e consciente, sem perder o desejo pelo estilo próprio. A pandemia trouxe às pessoas um maior cuidado com o bem-estar, e isso refletiu na preferência por produtos que ofereçam conforto e funcionalidade, sem descuidar da estética. Marcas como Loungerie investiram pesado em peças para o dia a dia que combinam essas duas características.
Outro ponto importante é a diversidade e inclusão: o público busca peças que atendam a diferentes tipos de corpos e estilos de vida, ampliando o leque tradicional. Isso abriu espaço para coleções plus size e modelos sem gênero definido, atendendo a uma demanda crescente.
Como dado prático, pesquisas apontam que cerca de 45% dos compradores de moda íntima em 2023 preferem adquirir em lojas que apresentam transparência sobre origem e fabricação dos produtos. Essa mudança mostra como a compra vai além do visual e preço, valorizando marcas com propósito claro.
Concluindo esta primeira parte, o panorama atual é uma mistura de desafios financeiros, mudanças no hábito de consumo e maior valorização de práticas sustentáveis. Esses elementos definidos aqui servirão como base para entender tendências, estratégias de mercado e comportamento futuro, que serão detalhados nas próximas seções.
Conhecer as principais tendências nos produtos de moda íntima é essencial para compreender como o mercado vem se movimentando em 2023. Este setor, que une conforto e estética, tem mostrado mudanças significativas em relação a materiais e design, diretamente influenciando a experiência do consumidor e o posicionamento das marcas.
Em um segmento tão competitivo, entender essas tendências ajuda investidores e analistas a identificar oportunidades, prever demandas futuras e avaliar a inovação das empresas que atuam no setor. Além disso, os profissionais do mercado podem alinhar estratégias comerciais e de desenvolvimento de produtos de forma mais segura e precisa.
A busca por conforto aliado à sustentabilidade fez com que os materiais usados em moda íntima evoluíssem bastante neste ano. Tecidos que absorvem umidade, como o CoolMax, vêm ganhando espaço, especialmente entre marcas como Hope e Lupo, que priorizam peças com toque suave e alta respirabilidade.
Outra inovação notável está na utilização de microfibras biodegradáveis e algodão orgânico certificado, tendência puxada por marcas conscientes como a Plié, que mira em um público preocupado com o impacto ambiental.
Tecnologias que promovem invisibilidade sob a roupa, como os acabamentos a laser para costuras, também têm sido destaque. Isso garante que as peças não marquem sob roupas justas e melhorem o caimento, algo valorizado pelo consumidor moderno e ativo.
No design, a versatilidade reina. Estilos que combinam praticidade com apelo visual atraem desde jovens até o público mais maduro. A aposta na sensualidade elegante, com rendas delicadas e cortes estilo body, ganha força. Um exemplo é a coleção "Essencial" da Intimissimi, que aborda exatamente esse equilíbrio.
Além disso, peças com modelagem inclusiva, que atendem a diferentes tipos físicos e celebram a diversidade corporal, estão conquistando mercado. Marcas como a Valisere investem em linhas plus size que não deixam a desejar no quesito design e conforto.
Por fim, outra tendência que merece atenção é a moda íntima com influências esportivas, refletindo o hábito crescente por conforto no dia a dia. Tops e calcinhas com tecidos elásticos e recortes que remetem ao universo fitness têm se destacado.
O sucesso dessas tendências mostra que a moda íntima em 2023 não é apenas sobre estética, mas também sobre inovação e respeito às necessidades do consumidor atual.
Assim, dominar esse panorama permite decisões mais acertadas para quem atua e investe no mercado, pontuando caminhos que combinam design, tecnologia e a sustentabilidade — fatores que vão definir os próximos passos no setor.

Entender o comportamento de compra e os canais de venda no mercado de moda íntima é essencial para mapear as preferências dos consumidores e ajustar estratégias comerciais. Em 2023, as maneiras como os clientes escolhem e adquirem produtos mudaram significativamente, impactando diretamente marcas e vendedores. A análise dessa dinâmica ajuda investidores e gestores a identificar oportunidades e evitar riscos.
O consumidor de moda íntima em 2023 está mais exigente e informado. A busca por peças confortáveis, versáteis e confeccionadas com materiais sustentáveis cresceu muito. Além disso, o público valorizou a personalização e a diversidade nos corpos representados pelas marcas. Isso fez com que segmentos antes nichados, como moda íntima plus size, tivessem um salto notável na demanda.
Outro ponto que merece destaque é a priorização da experiência de compra. Clientes tendem a preferir marcas que oferecem atendimento humanizado, além de claras informações sobre os produtos. Um exemplo prático disso é a Osklen, que reforça sua comunicação focando no consumo consciente e no conforto, ganhando assim a confiança de um público mais crítico.
A transformação no perfil do consumidor exige das marcas uma adaptação rápida em produtos e comunicação para manter a relevância no mercado.
O comércio eletrônico continua em expansão no segmento de moda íntima, mais acelerado após a pandemia. Plataformas como a Dafiti e a Zattini registraram crescimento expressivo, refletindo a facilidade que os consumidores encontram para comprar peças íntimas sem sair de casa.
Marcas que antes dependiam quase exclusivamente de lojas físicas tiveram que acelerar investimentos em suas lojas online e redes sociais. Isso não só ampliou o alcance, como também tornou possível o uso de ferramentas digitais para personalizar ofertas. A Renner, por exemplo, intensificou sua estratégia digital com recursos como prova virtual e atendimento via chat, facilitando a decisão de compra.
Contudo, essa migração trouxe desafios, como a maior competitividade e a pressão por preços baixos, além do aumento de devoluções, muitas vezes por erros na escolha do tamanho ou modelo. Para driblar esses problemas, algumas marcas adotaram sistemas mais eficientes de logística reversa e políticas de troca flexíveis.
Ampliação do mercado-alvo
Necessidade de funcionalidades digitais avançadas
Aumento da concorrência e sensibilidade ao preço
Maior investimento em atendimento e pós-venda
Assim, compreender essas mudanças no comportamento do consumidor e na dinâmica dos canais de venda ajuda os profissionais a traçar planos mais certeiros e adaptados para o mercado atual.
Compreender quem são os concorrentes mais atuantes no mercado de moda íntima em 2023 é fundamental para quem quer navegar nesse setor com segurança, seja para investimentos, análises financeiras ou desenvolvimento de estratégias empresariais. Não se trata apenas de saber quem vende mais, mas de identificar táticas, posicionamento e inovações que fazem dessas empresas líderes no segmento, além de reconhecer como elas se diferenciam e atendem às demandas específicas dos consumidores.
Conhecer o que a concorrência está fazendo ajuda a antecipar movimentos do mercado e encontrar oportunidades com mais precisão.
No topo do mercado de moda íntima, nomes como Hope, Valisere e Loungerie continuam dominando, cada uma com uma abordagem própria que garante sua relevância. A Hope, por exemplo, aposta fortemente em design que une conforto e estilo, apoiada em campanhas que valorizam a diversidade corporal, o que ressoa bem com públicos mais jovens. Já a Valisere mantém sua tradição no segmento premium, investindo em tecidos diferenciados e tecnologia de ponta para oferecer um toque exclusivo e durabilidade.
Loungerie, por sua vez, tem inovado no e-commerce e utilização de influenciadores digitais para ampliar seu alcance, atendendo à demanda por praticidade e tendências rápida. Essas estratégias mostram que, embora todas atuem no mesmo mercado, seus focos são distintos e refletem as características dos públicos-alvo e canais preferidos.
Além da competição direta entre gigantes, existe um movimento crescente de marcas que buscam atender nichos específicos, criando diferenciais importantes. Por exemplo, empresas como a Plié focam no segmento plus size, com coleções pensadas para oferecer conforto e estilo adaptados a diferentes corpos. Outro nicho em crescimento é o da moda íntima masculina com marcas como a Ninfa, que investe na oferta de peças mais modernas e materiais tecnológicos para esse público ainda pouco explorado.
Também vale destacar o segmento de moda íntima sustentável, onde marcas como a Insecta Shoes — embora não seja exclusivamente de lingerie, atua com tecidos ecológicos — mostram o potencial de conquistar consumidores conscientes, criando um espaço diferenciado dentro do grande mercado.
Este processo de segmentação ajuda a desafiar a lógica do "tamanho único" e abre caminhos para soluções personalizadas, aumentando o engajamento e fidelidade do cliente.
Essas estratégias deixam claro que entender as nuances entre os diferentes perfis de concorrentes ajuda investidores e gestores a identificar onde vale mais a pena apostar, quais padrões podem ser replicados e quais nichos ainda oferecem espaço para quem quiser se destacar.
Em resumo, analisar os principais concorrentes e suas táticas oferece um mapa valioso para quem acompanha o mercado de moda íntima em 2023 – trazendo insights reais e aplicáveis para fortalecer a posição de qualquer ator dentro do setor.
A sustentabilidade já não é mais um diferencial opcional, especialmente no mercado de moda íntima, onde o apelo por transparência e responsabilidade ambiental ganha cada vez mais força. Este setor, tradicionalmente associado ao consumo rápido e massivo, está passando por uma transformação na qual práticas sustentáveis não apenas ajudam na preservação do meio ambiente, mas também influenciam diretamente a decisão de compra dos consumidores. Além disso, marcas que adotam estratégias eco-friendly tendem a se destacar em um mercado competitivo, refletindo uma consciência crescente entre investidores e gestores financeiros sobre o impacto social e ambiental de seus investimentos.
Muitas marcas de moda íntima começaram a incorporar medidas verdes que vão desde a escolha dos materiais até a forma como produzem e distribuem seus produtos. Um exemplo prático é a LoveLingerie, que utiliza algodão orgânico certificado em suas coleções, reduzindo o uso de pesticidas e conservando a qualidade do solo. Já a Intimissimi lançou uma linha que combina tecidos reciclados e processos produtivos que economizam água, mostrando que é possível unir qualidade e sustentabilidade.
Além das matérias-primas, algumas empresas estão apostando em embalagens biodegradáveis ou recicláveis para diminuir o impacto ambiental. Essa preocupação reverbera em toda a cadeia produtiva, incluindo a escolha por fornecedores que cumprem normas ambientais rigorosas.
A adoção dessas práticas também se alinha com padrões internacionais de responsabilidade social corporativa, que têm sido cada vez mais valorizados em auditorias e avaliações de risco por analistas de mercado.
O consumidor moderno não compra simplesmente um produto; ele busca uma história, um propósito. Em 2023, a preferência por moda íntima eco-friendly cresceu notavelmente, especialmente entre os públicos mais jovens e conscientes. Pesquisas indicam que 62% dos consumidores brasileiros consideram fatores ambientais antes de decidir por uma marca, com muitos dispostos a pagar um pouco mais por produtos que respeitem o meio ambiente.
Marcas que investem em comunicação transparente sobre seus processos sustentáveis têm mais chances de fidelizar clientes, criando uma relação baseada na confiança e no respeito mútuo. Um caso recente foi o sucesso da campanha "Verde é o Novo Preto", da Hope Lingerie, que divulga seus princípios sustentáveis via redes sociais, atraindo atenção e engajamento significativos.
Consumidores hoje valorizam autenticidade e compromisso ambiental, o que gera uma alta demanda por moda íntima que não comprometa o planeta.
Em resumo, sustentabilidade na moda íntima é um fator decisivo tanto para investimentos quanto para a preferência do consumidor. O mercado responde a esse movimento com inovações e transparência, demonstrando que a responsabilidade ambiental e a rentabilidade podem andar lado a lado.
As redes sociais assumiram um papel central no mercado de moda íntima em 2023, alterando significativamente como as marcas se comunicam e vendem seus produtos. Plataformas como Instagram, TikTok e YouTube se tornaram vitrines essenciais, permitindo que empresas alcancem públicos segmentados com precisão cirúrgica. Além disso, o poder dos influenciadores digitais influencia diretamente as decisões de compra, tornando-se um canal cada vez mais estratégico para a promoção e posicionamento das marcas neste segmento.
Em 2023, algumas campanhas digitais chamaram atenção não apenas pela criatividade, mas principalmente pela capacidade de gerar engajamento e conversão. Um exemplo claro é a campanha "Conforto em Primeiro Lugar" da Hope, que apostou em vídeos mostrando o dia a dia real das mulheres, reforçando o conceito de que beleza e conforto andam juntos. A estratégia trouxe um tom autêntico que dialogou diretamente com o público, resultando em aumento significativo nas vendas online.
Outro caso interessante foi o da Intimissimi, que aposta pesado em conteúdos interativos no Instagram Stories, como quizzes e enquetes que ajudam o consumidor a escolher o modelo ideal. Essa abordagem personalizada fortalece a conexão do usuário com a marca e facilita a decisão na hora da compra.
Listando os pontos que fizeram essas campanhas terem impacto:
Uso de formatos dinâmicos, como vídeos curtos e stories interativos
Conteúdos que refletem o cotidiano e as dúvidas do consumidor
Chamadas claras para ação, estimulando a compra ou o engajamento
Parcerias com influenciadores que geram identificação verdadeira com o público
Com o aumento da confiança dos consumidores em opiniões de pessoas comuns que compartilham suas experiências, os influenciadores viraram peças-chave no mercado de moda íntima. Eles atuam como pontes entre a marca e o público, trazendo credibilidade e reforçando a mensagem de forma mais próxima e menos institucional.
Por exemplo, influenciadoras como Camila Coutinho e Thássia Naves, com milhões de seguidores, usam seus perfis para mostrar lançamentos, fazer unboxings e dar opiniões sinceras sobre o caimento e o conforto das peças. Isso cria um ambiente onde a recomendação pessoal vale mais que propaganda tradicional. Além disso, microinfluenciadores com públicos menores, mas altamente engajados, também são estratégicos, pois oferecem interação direta e maior fidelidade.
Ultimamente, campanhas que incorporam influenciadores em todos os momentos da jornada do consumidor, do primeiro contato até a compra, têm se mostrado as mais eficazes para gerar resultados reais.
Para gestores e analistas, entender essa dinâmica significa planejar investimentos em marketing digital que balanceiem alcance e engajamento, apostando em parcerias que ofereçam retorno mensurável e promovam a imagem da marca com autenticidade.
Este tópico apresenta um panorama sobre as tendências e dificuldades que moldarão o futuro do mercado de moda íntima. Para investidores e analistas, compreender essas perspectivas é essencial para antecipar movimentos do mercado e tomar decisões mais seguras. Já os gestores podem formular estratégias baseadas nos desafios reais, evitando surpresas e aproveitando oportunidades. Em uma indústria que responde rapidamente às mudanças sociais e tecnológicas, avaliar o que vem pela frente ajuda a não ficar para trás ou investir em modismos passageiros.
Espera-se que o mercado de moda íntima continue crescendo de forma consistente, puxado principalmente pela digitalização das vendas e pela maior busca por conforto e sustentabilidade. Marcas como Hope e Trifil já investem em lingeries feitas com tecidos reciclados e tecnologia de conforto, tendência que deve se aprofundar. Além disso, o público jovem está mais aberto a experimentar formas e materiais diferentes, o que indica uma expansão nos segmentos voltados para lingerie sem costura e modelos multitarefa.
Outra previsão é o aumento da personalização via inteligência artificial. Empresas como a Pelequinho já utilizam aplicativos que sugerem tamanhos e estilos baseados no perfil do consumidor, facilitando a compra online e reduzindo desistências. Isso deve ser adotado mais amplamente, especialmente para segmentos premium.
Finalmente, o crescimento do consumo consciente vai forçar toda a cadeia produtiva a melhorar a transparência, rastreabilidade e práticas sustentáveis, impactando desde fornecedores até o ponto de venda.
Um dos maiores desafios é o custo associado à produção sustentável. Ainda que os consumidores demonstrem interesse em produtos eco-friendly, o preço final muitas vezes pesa na decisão, especialmente no segmento de massa. Marcas precisam achar um equilíbrio entre custo e benefícios para não perder competitividade.
Outro ponto crítico é a adaptação das marcas ao rápido avanço das tecnologias digitais e o domínio das redes sociais na construção da percepção do consumidor. Quem não investir em marketing digital eficaz e canais de venda ágeis pode ficar para trás em pouco tempo.
Além disso, a volatilidade econômica, como alta da inflação e instabilidade cambial, pode frear o consumo, principalmente em categorias consideradas não essenciais. Empresas atuantes no mercado devem estar preparadas para ajustar preços, pacotes promocionais e até cadeias de suprimento para manter a saúde financeira.
Para navegar neste mercado em mudança, é necessário equilíbrio entre inovação, gestão eficaz e compreensão profunda do consumidor.
Por fim, a regulamentação ambiental e laboratorial tende a se tornar mais rigorosa, o que exige investimentos em conformidade e adaptação rápida. Ignorar esses aspectos pode resultar em prejuízos financeiros ou danos à reputação.
Entrar de olhos abertos nestas perspectivas e desafios ajuda a preparar organizações e investidores para um mercado que, apesar dos obstáculos, oferece espaço para crescimento e inovação.